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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vipera latastei Boscá, 1878 (Víbora-cornuda) Víbora hocicuda, Lataste’s Viper

Esta espécie de víbora foi vista na Serra de Ficalho, no dia 13 de abril de 2014, perto do Talefe, marco geodésico que assinala os 518 metros de altitude, a mais alta de todo o Baixo Alentejo. A víbora cornuda é venenosa mas não é mortífera. como explica a citação retirada do site Naturlink
"CURIOSIDADES
A sua potencial perigosidade constitui por vezes (infelizmente) motivo suficiente para a promoção do seu extermínio. As cabeças de víbora cornuda são usadas em rituais de magia negra ou simplesmente como amuleto, tendo, este tipo de crenças, maior popularidade no norte do país. A confusão entre a víbora e outras cobras leva também a que se matem muitos indivíduos de espécies inofensivas.
LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO

A sua observação é difícil. Por vezes podem observar-se em estradas alcatroadas, sobre rochas ou noutras zonas abertas.
CUIDADOS A TER

As víboras-cornudas não atacam pessoas. Só o fazem quando se sentem ameaçadas. Como tal, não se deve tentar agarrar uma víbora ou qualquer tipo de cobra que não se saiba identificar. Não existe um antídoto específico para o veneno desta víbora. A mordedura não é fatal a não ser que o vitimado seja idoso, uma criança ou se encontre debilitado fisicamente. Os sintomas mais frequentes provocados pelo veneno desta espécie são dores agudas e inchaço forte. Em caso de mordedura a vítima deve ser mantida em repouso, pelo facto da actividade muscular aumentar a difusão do veneno, e com a extremidade afectada abaixo do nível do corpo, para evitar o retorno venoso. A ferida deve ser limpa e desinfectada com água e sabão e, se possível, com anti-séptico (tendo em atenção evitar o uso daqueles que alterem a coloração da pele, impedindo a detecção do aparecimento de futuras lesões). Se possível aplicar sacos com água fria ou toalhas molhadas sobre a extremidade afectada, mas não gelo. Caso haja necessidade, analgesiar o doente com paracetamol. Após estas primeiras medidas de actuação imediata está indicado tentar identificar a vítima, contactar o 112 ou o centro de informação antiveneno (CIAV 808250143) e evacuar a vítima para o centro especializado mais próximo. São contra-indicadas as incisões à volta da ferida, dado que aumentam o risco de penetração do veneno e infecção secundária, podendo ainda levar ao envenenamento do salvador se este possuir feridas na boca ou cáries dentárias. Também a colocação de torniquetes aumenta a sintomatologia local, pode causar isquemia da extremidade afectada e, quando removidos, permitem que o veneno entre na circulação sanguínea em elevada quantidade."

Poder-se-á ler mais alguma informação no documento:







sábado, 5 de julho de 2008

Lagartixa do mato ibérica(Psammodromus hispanicus)

À procura de flores encontrei este magnífico réptil.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Outras informações do camaleão

Nome científico: Chamaeleo chamaeleon
Nome popular: Camaleão comum
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Chamaeleontidae
Comprimento: até 60 cm
Características: Língua protrátil, cauda preênsil, patas fortes.
Alimentação: Alimenta-se de insectos e outros pequenos invertebrados.

Recolha do site:http://www.minerva.uevora.pt/stclara/pp04-05/alun2c/a5/jornal/camaleao.htm

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Chamaeleo Chamaeleon ( L. )

No dia 8 de Agosto de 2007, à saída da praia, por volta das 13 horas, tive o belo prazer de ver dois camaleões: um a atravessar a passadeira(por pouco não o pisava) e perto deste, outro, numa vedação de um edifício.Como não é todos os dias que isto acontece, deixo aqui algumas fotos deste espectacular réptil.
Nota importante: Por se tratar de uma espécie em perigo de extinção e não suportar mais de um mês o cativeiro, deixo aqui um pedido: "Não o capture! Noutro habitat morrerá."




quarta-feira, 30 de maio de 2007

Grande susto!



Fotos tiradas às 19:43 Estava a fotografar flores na serra, quando me surge uma surpresa...
Uma Cobra de Escada (Elaphe scalaris)
Dimensões: 120 a 160 cm;Alimentação: micromamíferos e lagartos;
Agressividade: muito agressiva quando perturbada, não venenosa.
Nota: deve o seu nome às riscas que exibe e que lembram uma escada.
Dados do site:www.tapadademafra.pt/fauna-repteis.html