sábado, 5 de julho de 2008
Lagartixa do mato ibérica(Psammodromus hispanicus)
À procura de flores encontrei este magnífico réptil.
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Fauna/Serra,
Répteis
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Zygaena fausta (Linnaeus, 1767)
Pelas 20 horas, do dia 2 de Julho de 2008, na Serra de Ficalho, encontrei estas duas borboletas nocturnas. Segundo o que pesquisei no site de Eduardo Marabuto são da mesma espécie.


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Fauna/Serra
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Flores Secas
Nesta época do ano, a serra apresenta-se com cores variadas, com predominância dos campos verdes salpicados de manchas douradas a anunciarem-nos a chegada do Verão. Deixo aqui algumas
flores secas que "enamorei" durante mais uma subida à serra no dia 2 de Julho.
Desta vez para acompanhar o Monge aos oregãos, planta aromática que
serve de ingrediente ,ao tão famoso pitéu de Verão: "Os caracóis".
Segundo ele, faço má companhia pois, em vez de colher
os oregãos, opto por observar a beleza
que nos rodeia e a seguir ...
mais uma fotografia
para a minha
colecção.
Oregãos


Rosmaninho
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Flora/Serra
sábado, 14 de junho de 2008
Morcego bebé
Passado oito dias resolvi devolver o morcego à mãe. Eu e os meus alunos, quando acabou a Festa de Final de Ano, fomos libertá-lo no local onde o havíamos recolhido.
Afastámo-nos e podemos observar vários morcegos adultos a voarem à sua volta e este a emitir sons, parecia chiar.
No dia seguinte, de regresso à escola, fui verificar se ainda lá estava mas, em vez deste encontrei outro, o que se vê na fotografia em baixo. Também observei alguns, caídos no chão já mortos. Com receio que lhe acontecesse o mesmo e visto a previsão da temperatura, para este dia, ser 36ºC apanhei-o e trouxe-o para casa. Na segunda-feira estou pensando devolvê-lo de novo à mãe.
Acrescento que, hoje dia 22 de Junho, devolvi este morcego à sua mãe, no local onde o havia recolhido. Com a certeza que não iria morrer de calor pois coloquei-o à sombra. No dia seguinte, de regresso à escola fui averiguar se ainda lá estava e fiquei satisfeita por já não o encontrar. Penso que a mãe o encaminhou...
Penso que esta espécie é: Nyctalus noctula (Morcego arborícola grande) mas não tenho a certeza.
Na quinta-feira, dia 12 de Junho de 2008, a temperatura subiu e o calor já se fez sentir, então, começaram a cair morcegos bebés dos seus ninhos vindos do telhado da escola onde trabalho. Os meus alunos, também preocupados com a pouca sorte destes, de vez em quando apareciam com um na mão, que encontravam no chão. Sem saber o que deveriamos fazer decidimos atirá-los para o telhado, mas sem sucesso, voltavam a cair. Resolvi apanhar um, trazê-lo para casa e tentar salvá-lo. Hoje, dia 14 de Junho, o morcego encontra-se numa cesta e na despensa que é divisão da minha casa mais escura. Eu estou a alimentá-lo com leite com um conta-gotas. Quero mais tarde, se sobreviver, libertá-lo. Não sei se haverá alguma solução melhor para o salvar. Agradecia, caso saibam, que me enviassem para o meu mail mongejosefa@gmail.com alguma solução para salvar este morcego.
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Fauna Moura,
Mamíferos
segunda-feira, 9 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Registo aqui este poema cedido ao meu amigo Luís Oliveira, pelo poeta popular ainda em vida deste e que amavelmente mo facultou.
Poema
Os matos que a natureza criou
cá na nossa região
são os que eu conheço
não posso dizer que não.
Às estevas, os sargaços,
o rosmaninho, a carrasqueira,
o estevão, a rusela, a giesta,
o mato branco, a madrunheira.
A salva brava, a madressilva,
o aderno, a loendreira,
o tojo, a olagra, a carqueja,
o urso branco, a daroeira.
O alecrim, o piorno, o furacanelas,
as silvas, o trovisco,
a trafeira, o pau-folhado,
a murteira, o lentisco,
A pargueira, a esteva-moura,
o alegracão, o zambujeiro,
a roseta, a tamuja,
o carrasco galego, o carapeleiro.
A carqueja, o urso de cepa,
o barbasco, a pirroliteíra,
só conheço estes matos a isca e a seíceira.
São trinta e oito qualidades de matos
que eu aqui tenho versado.
São os nomes que eu conheço,
eu não nasci ensinado.
Poeta popular da terra
Tio Zé Mãos Frias
Realmente belo!
É também belo verificar que as designações atribuídas a algumas plantas,pelo poeta, coincide com os nomes vulgares das existentes na Serra de Ficalho
Poema
Os matos que a natureza criou
cá na nossa região
são os que eu conheço
não posso dizer que não.
Às estevas, os sargaços,
o rosmaninho, a carrasqueira,
o estevão, a rusela, a giesta,
o mato branco, a madrunheira.
A salva brava, a madressilva,
o aderno, a loendreira,
o tojo, a olagra, a carqueja,
o urso branco, a daroeira.
O alecrim, o piorno, o furacanelas,
as silvas, o trovisco,
a trafeira, o pau-folhado,
a murteira, o lentisco,
A pargueira, a esteva-moura,
o alegracão, o zambujeiro,
a roseta, a tamuja,
o carrasco galego, o carapeleiro.
A carqueja, o urso de cepa,
o barbasco, a pirroliteíra,
só conheço estes matos a isca e a seíceira.
São trinta e oito qualidades de matos
que eu aqui tenho versado.
São os nomes que eu conheço,
eu não nasci ensinado.
Poeta popular da terra
Tio Zé Mãos Frias
Realmente belo!
É também belo verificar que as designações atribuídas a algumas plantas,pelo poeta, coincide com os nomes vulgares das existentes na Serra de Ficalho
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Flora/Serra
sábado, 17 de maio de 2008
Nymphalidae - Satyrinae (Coenonympha glycerion (Borkhausen, 1788)
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Artrópodes Insectos,
borboletas,
Fauna ribeira
sexta-feira, 16 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Enxame fora da colmeia
Nestas fotografias que tirei com a máquina da Lita é bem visível a dimensão deste enxame, na sua fase inicial, antes da chegada do Sr. Lucas, ao jardim para o recolher.


Foi neste arbusto( tipo cacto) que elas se fixaram.
Enquanto observávamos de longe, a colmeia recebia as novas visitantes.



Foi neste arbusto( tipo cacto) que elas se fixaram.
Enquanto observávamos de longe, a colmeia recebia as novas visitantes.
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Fauna
terça-feira, 6 de maio de 2008
"Fotógrafos" protegem-se!...
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Fauna
domingo, 4 de maio de 2008
Enxame invade um jardim
No dia 4 de Maio de 2008, pelas 15:00 horas, atravessávamos o jardim da nossa amiga Lita, quando deparámos com um enxame. Era espectacular, pois tinha a forma de um cacho e o zumbido das abelhas impunha respeito. Depressa nos protegemos correndo para dentro de casa. A Guida e o Chico lembraram-se de telefonar para o Lucas, apicultor e produtor de "Mel-Lucas" a pedir-lhe ajuda. Mais tarde chegou transportando um colmeia, que possuía no seu interior, alguns favos de mel e cujo objectivo era atrair as abelhas.
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Fauna
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