domingo, 16 de março de 2008

Vistas observadas durante a subida


- Finalmente deixei para trás Ficalho! -exclamou Margarida Monge.

Sobral da Adiça à frente e Safara lá atrás.




Ficalho

Vila Nova de S. Bento, ao fundo.



sábado, 15 de março de 2008

Flores fotografadas durante o dia






Orchis italica Poiret

Orchis papilionacea L.

Ao longo do dia

No cimo da Serra viveram-se momentos em que todos estiveram presentes: uns a cantarem, outros a pintarem, outros a fotografarem as rosas albardeiras, as orquídeas e os espargos.
Dr. Edmundo, ao lado da tela pintada pelos participantes, com ajuda do Necas e da Piedade.




Vamos lá saíndo por esses campos fora...




quinta-feira, 13 de março de 2008

Saiba mais sobre orquídeas

Ocorrem naturalmente 55 espécies de orquídeas, das quais duas são endémicas, ou seja, ocorrem
somente em Portugal. Encontram-se distribuídas pelo Algarve (Barrocal), Estremadura (Serra da Arrábida, Estremadura Norte), Ribatejo e zona Centro-Oeste. Crescem principalmente em terrenos secos e calcários.

Além da sua beleza particular, as orquídeas têm ainda um papel importante. Podem ser utilizadas como indicadores do “estado de saúde” de um ecossistema. Ocorrem apenas em certas condições muito específicas, uma das quais é a ausência de poluição.


As flores típicas da orquídea são formadas por três sépalas e três pétalas. Uma dessas pétalas, o labelo, é na maioria das vezes maior e mais vistosa. A orquídea é uma flor hermafrodita (componente masculina e feminina na mesma flor), floresce apenas uma vez por ano (entre Março e Maio), podendo a sua flor durar entre 3 dias a 1 mês, variando de acordo com a espécie.


Para que suas flores sejam fertilizadas, as orquídeas necessitam de um agente polinizador, geralmente um insecto ou pássaro, responsável pela transferência do pólen para o estigma, processo este denominado de polinização. A estratégia utilizada pelas orquídeas para atracção de seus polinizadores é um fenómeno altamente complexo e fascinante. Em casos extremos, a flor da orquídea pode apresentar a forma de fêmeas de besouros ou abelhas, cujos machos, atraídos pela insinuante aparência, tentam "copular" com as flores, efectuando involuntariamente a polinização.

quarta-feira, 12 de março de 2008

São lindas estas orquídeas, não são?

Erva- abelha

Orquídea itálica

Erva - vespa

Fotos tiradas a 8 de Março de 2008

domingo, 9 de março de 2008

Orquídeas silvestres 2008




Ophrys picta (Flor-dos-passarinhos)

Orchis collina Banks & Solander

Orchis papilionácea

Erva-abelha-pequena-dos-calcários

Ophrys tentredinifera



Foto tirada a 9 de Março de 2008
Família: ORCHIDACEAE

sábado, 1 de março de 2008

Salvia verbenaca L.

Mais uma planta no meu caminho: uma salvia que apresentava uma espuma branca. Alguém sabe qual a razão?


Foto tirada a 1 de Março de 2008
Família: LABIATAE

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Orchis collina Banks & Solander

Mesmo com a trovoada a aproximar-se e o céu nublado lá fomos os dois, eu e o Monge, a calcorrear a serra, mais uma vez. Quando me abeirava de uma espargueira, a poucos centímetros do meu pé surgiu esta linda orquídea. "... esta orquidácea é muito rara em território nacional..." ( segundo Carlos Gomes no seu livro "Serra de Ficalho", 1994) e "... apenas conhecida nas encostas secas da Serra de Ficalho"(PINTO-GOMES, 1992). Porém segundo este autor poderá vir a ser encontrada também a sul do país.
Foto tirada a 24 de Fevereiro de 2008
Família: ORCHIDACEAE

Asphodelus albus

Foto tirada a 28 de Setembro de 2007
Família: LILIACEAE

Zerynthia rumina (Linnaeus, 1758)

Planta hospedeira da lagarta: Aristolóquia (Candeias)

Lathyrus tingitanus

Foto tirada a 21 de Abril de 2007
Família: FABACEAE

Ceterach officinarum DC.( feto)

Foto tirada a 25 de Novembro de 2007
Família: ASPLENIACEAE

Linum bienne Miller

Foto tirada a 23 de Fevereiro de 2008
Família: LINACEAE

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Oxalis pes-caprae (erva azeda ou trevo azedo)


Foto tirada a 23 de Fevereiro de 2008
Família: OXALIDACEAE

Lupinus rivularis Dougl. ex Lindl.


Foto tirada a 23 de Fevereiro de 2008
Família: Fabaceae

Trifolium pratense L.( Trevo-dos-prados)

Foto tirada a 23 de Fevereiro de 2008

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Apanha da azeitona

Há décadas atrás, a apanha da azeitona fazia-se manualmente. Depois de colocados os "panos" debaixo da oliveira, numa área correspondente à projecção da sua copa, encostavam-se umas escadas à oliveira, por onde subia o pessoal, que com as mãos ia "ripando" a azeitona para os "panos". As pontas dos ramos de mais difícil acesso eram "varejadas" com varejões com a finalidade de extrair todos os frutos. Juntava-se a azeitona caída nos panos, ensacava-se e era limpa (separação da azeitona das folhas caídas durante a colheita). Depois de limpa estava pronta a ir para o lagar.
Nos dias de hoje, esta actividade já sofreu alterações passou a ser mais mecanizada pelo uso de novos utensílios. No dia 5 de Janeiro, eu e o Monge, fomos ajudar o Batista a ripar umas oliveiras pequenas. Pude averiguar que o meu amigo e o sogro, ripavam as oliveiras com uma maquineta" O ripador" e a Paula apanhava as azeitonas do chão, com um "aranhuço".



Azeitona Cordovil