segunda-feira, 30 de agosto de 2010

No dia 27 de Agosto de 2010, eu, o Monge e um grupo de amigos resolvemos ir dormir à Ribeira, junto ao Pego do Moinho das Tordesilhas. A noite começou a desafiar-nos com a Lua a espreitar e clarear o astro deixando iluminado o acampamento, onde tinhamos as tendas. E, como não podia deixar de ser, eu lá estava a pregar partidas à Lua e a fotografá-la quer ela me autorizasse ou não.
Ficam algumas dessas fotos como prova de deliciosos momentos de olhos postos no céu. Moinho das Tordesilhas A Lua ao amanhecer.(Saiba mais sobre a Lua no site Zênite)

Ao lado da Lua podia ver-se um Planeta que poderá ser Vénus ( segundo o meu amigo Zeca).




A Lua a espreitar pela vegetação. Ficam aqui alguns exemplares de libélulas fotografadas de manhã, com alguma informação. Em Ficalho estas também são conhecidas pelo nome vulgar de "Caga-azeite"(não sei donde vem este nome...).




Informação retirada da Wikipédia: A libelinha, ou libélula, é um inseto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.Seu tempo de vida pode chegar a 5 anos.

Existem cerca de 5.000 espécies em todo o mundo. Predadora de insetos, inclusive o Aedes aegypti (mosquito do dengue)e até pequenos peixes. Num único dia pode consumir outros insetos voadores até 14% do seu próprio peso. A água, onde elas frequentam, pode ser considerada não poluida.

As libelinhas não têm a capacidade de picar, visto que as suas mandíbulas estão adaptadas à mastigação. Dentro do seu ecossistema, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e das suas outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.

As libelinhas adultas caçam à base do seu sentido de visão extremamente apurado. Os seus olhos são compostos por milhares de facetas (até 30.000) e conferem-lhes um campo visual de 360 graus. As libelinhas medem entre 2 e 19 cm de envergadura e as espécies mais rápidas podem voar a cerca de 85 km/h.
O grupo surgiu no Paleozóico, sendo bastante abundantes no período Carbónico, e conserva até aos dias de hoje as mesmas características gerais. As maiores libelinhas de sempre pertencem ao género Meganeura, floresceu no Pérmico, e podiam atingir envergadura de 70 a 75 cm.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Caravela-portuguesa (Physalia physalis) - "Fisália"

Já em férias, e, a refrescar as ideias em território algarvio regresso à pubicação de novas imagens, algumas delas, como por exemplo, estas tiradas quando passeava, na Praia da Altura, no dia 23 de Maio de 2010.

A caravela-portuguesa (Physalia physalis), também conhecida como garrafa-azul, é uma colónia de animais do grupo dos cnidários. Tem cor azul e tentáculos cheios de células urticantes, e aparece nas águas de todas as regiões tropicais dos oceanos.

Mesmo depois de mortas as suas células urticantes podem deixar marcas na pele que são definitivas. Mas se essas criaturas vivem a milhares de quilómetros da nossa costa. O que é que elas fazem aqui? São medusas de água quente, da Austrália, Califórnia... Quando surgem nas praias dessas paragens as mesmas são fechadas ao público e consideradas perigosas.

Saiba mais com Tiago Lemos

terça-feira, 6 de julho de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

Ardea cinerea. Garça-real-europeia

Aparece junto das margens da nossa ribeira e é a maior de todas as garças que vivem em Portugal.
Pode ter até um metro de comprimento e quase dois metros de envergadura de asa.
Alimenta-se de peixes, anfíbios, repteis, insectos e ocasionalmente pequenos mamíferos e aves que existem junto aos rios e ribeiras.
Quer ouvir o seu canto carregue aqui.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

segunda-feira, 1 de março de 2010

Já há orquídeas!

Quem diz que é uma orquídea?!


A orchis collina já brota!


Hoje vi-os... mais de perto

A caminho do trabalho mas, hoje mais de perto, vi os grous comendo bolotas.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Grou mais de perto

Hoje, dia 23 de Fevereiro de 2010, de manhã, e de regresso de Moura, pela tarde vimos os grous, perto da estrada. Eram grandes e lindos!!! Depressa levantaram voo...Fica aqui mais um registo. Tenho de aproveitar, pois, aproxima-se o seu regresso a outras paragens.



domingo, 7 de fevereiro de 2010

O "Olharão"

E, como não podia deixar de ser, antes de visitar o "Olharão" eu e o Monge fomos aos espargos. Do cimo da serra a paisagem é tão magnífica, que não resisti à tentação de fazer uma panorâmica de Ficalho.

"Já rebentou o Olharão", é uma expressão muito utilizada pela população de Ficalho para se referir a uma nascente,a escassos metros da Serra de Ficalho, que em anos de muita chuva, como o actual, brota água muito límpida. Em anos pouco chuvosos esta nascente está seca.
Deixo aqui as provas para se deliciarem...


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Grou-comum (Grus grus)

Hoje ,quando regressava a casa do trabalho deparei com estas magníficas aves. Depressa levantaram voo e tive, então, a oportunidade de as fotografar em pleno voo.
Quando me deslocava a caminho da escola, reparámos, eu e o meu marido, que havia um grande número de aves que pareciam garças. Depressa nos apercebemos que não eram garças, mas sim grous. Como podemos observar nas fotos, erm aproximadamente 50 grous, espalhados pelo azinhal.
No Inverno, no entanto, cerca de 45.000 aves migram para a Península Ibérica e, destas, um número que varia entre os 2.000 e 3.000 permanece em Portugal durante o Outono e Inverno.
Saiba mais sobre o grou no site:
http://www.parquenoudar.com/pt/modules/smartsection/item.php?itemid=77


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Araneus invisibilus

Segundo o meu amigo Ivo esta aranha é uma Araneus invisibilus.
Já descobri o seu habitat e, para meu espanto, é sempre na mesma folha de uma árvore que tenho no quintal. Fica ali escondida a aguardar um insecto.
Vou-vos mostrar o almoço dela.
Permaneceu toda a tarde assim.
Ignorou a mosca e não largou a borboleta um segundo.
Começou a sugá-la!
Belo pitéu! Uma borboleta quase do seu tamanho.

resolve averiguar.
Sentiu a teia mexer e...

Não há insecto na teia resolve esconder-se a aguardar...