domingo, 26 de setembro de 2010
Libélula na praia
Aves da Ria Formosa
Num passeio de bicicleta, eu e o Monge fomos surpreendidos com esta explêndida riqueza de aves marinhas. Ficámos fascinados com a beleza dos flamingos. Pena que não nos deixem aproximar mais de perto pois, assim, seria possível tirar fotografias mais nítidas e com mais pormenores.
Dois patos não admitem intrusos e levantam voo!!! Por isso é que só é possível aqui chegar a pé ou de bicicleta. Também os flamingos não gostam que os incomodem.
Destes só vi um...
Havia muitos patos igual a estes.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Aves na Ria Formosa no Algarve
Existem cerca de 5.000 espécies em todo o mundo. Predadora de insetos, inclusive o Aedes aegypti (mosquito do dengue)e até pequenos peixes. Num único dia pode consumir outros insetos voadores até 14% do seu próprio peso. A água, onde elas frequentam, pode ser considerada não poluida.
As libelinhas não têm a capacidade de picar, visto que as suas mandíbulas estão adaptadas à mastigação. Dentro do seu ecossistema, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e das suas outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.
As libelinhas adultas caçam à base do seu sentido de visão extremamente apurado. Os seus olhos são compostos por milhares de facetas (até 30.000) e conferem-lhes um campo visual de 360 graus. As libelinhas medem entre 2 e 19 cm de envergadura e as espécies mais rápidas podem voar a cerca de 85 km/h.
O grupo surgiu no Paleozóico, sendo bastante abundantes no período Carbónico, e conserva até aos dias de hoje as mesmas características gerais. As maiores libelinhas de sempre pertencem ao género Meganeura, floresceu no Pérmico, e podiam atingir envergadura de 70 a 75 cm.





