sábado, 16 de abril de 2016
sábado, 9 de abril de 2016
1º Passeio à Serra de Ficalho, em 2016
Desta vez, fomos partilhar com os colegas de Serpa o manancial que a serra oferece, diversas espécies de plantas, desde as mais belas orquídeas, que passam despercebidos aos olhares menos atentos, até à esplêndida rosa albardeira. Estas espécies, devido à sua raridade, deverão ser preservadas e, por isso, não deverão colhê-las. Cada rosa dará origem a um fruto, que por sua vez originará sementes, as quais darão novas plantas.
Paeonia broteroi Boiss.& Reuter
Era hábito, dias antes da festa de Ficalho, as pessoas irem à serra e colherem Rosas albardeiras, para colocarem em jarras. Graças a Deus que os ficalhenses já não obedecem a esta tradição, pois estão mais sensíveis à preservação do ambiente e o período de duração destas, numa jarra, é muito curto.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Vipera latastei Boscá, 1878 (Víbora-cornuda) Víbora hocicuda, Lataste’s Viper
Esta espécie de víbora foi vista na Serra de Ficalho, no dia 13 de abril de 2014, perto do Talefe, marco geodésico que assinala os 518 metros de altitude, a mais alta de todo o Baixo Alentejo. A víbora cornuda é venenosa mas não é mortífera. como explica a citação retirada do site Naturlink
"CURIOSIDADES
A sua potencial perigosidade constitui por vezes (infelizmente) motivo suficiente para a promoção do seu extermínio. As cabeças de víbora cornuda são usadas em rituais de magia negra ou simplesmente como amuleto, tendo, este tipo de crenças, maior popularidade no norte do país. A confusão entre a víbora e outras cobras leva também a que se matem muitos indivíduos de espécies inofensivas.
LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO
A sua observação é difícil. Por vezes podem observar-se em estradas alcatroadas, sobre rochas ou noutras zonas abertas.
CUIDADOS A TER
As víboras-cornudas não atacam pessoas. Só o fazem quando se sentem ameaçadas. Como tal, não se deve tentar agarrar uma víbora ou qualquer tipo de cobra que não se saiba identificar. Não existe um antídoto específico para o veneno desta víbora. A mordedura não é fatal a não ser que o vitimado seja idoso, uma criança ou se encontre debilitado fisicamente. Os sintomas mais frequentes provocados pelo veneno desta espécie são dores agudas e inchaço forte. Em caso de mordedura a vítima deve ser mantida em repouso, pelo facto da actividade muscular aumentar a difusão do veneno, e com a extremidade afectada abaixo do nível do corpo, para evitar o retorno venoso. A ferida deve ser limpa e desinfectada com água e sabão e, se possível, com anti-séptico (tendo em atenção evitar o uso daqueles que alterem a coloração da pele, impedindo a detecção do aparecimento de futuras lesões). Se possível aplicar sacos com água fria ou toalhas molhadas sobre a extremidade afectada, mas não gelo. Caso haja necessidade, analgesiar o doente com paracetamol. Após estas primeiras medidas de actuação imediata está indicado tentar identificar a vítima, contactar o 112 ou o centro de informação antiveneno (CIAV 808250143) e evacuar a vítima para o centro especializado mais próximo. São contra-indicadas as incisões à volta da ferida, dado que aumentam o risco de penetração do veneno e infecção secundária, podendo ainda levar ao envenenamento do salvador se este possuir feridas na boca ou cáries dentárias. Também a colocação de torniquetes aumenta a sintomatologia local, pode causar isquemia da extremidade afectada e, quando removidos, permitem que o veneno entre na circulação sanguínea em elevada quantidade."
Poder-se-á ler mais alguma informação no documento:
Marcadores:Flores Silvestres
Répteis,
Serra de Ficalho
segunda-feira, 31 de março de 2014
29 e 30 de março de 2014
Papilionácea
Morio
Itálica
Itálica albina
Encontrada por mim, a 29 de março de 2014, no concelho de Serpa.
Orchis champagneuxii
Marcadores:Flores Silvestres
Flora/ Ficalho,
Flora/ Serra,
orquídeas silvestres,
Serra de Ficalho
Subscrever:
Mensagens (Atom)



